segunda-feira, 27 de abril de 2026
Eu quando viro a Chloe do Before the Storm
A talvez possibilidade de trabalhar no Prisma
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Essa sexta eu fui fazer meu cabelo com a Carol, e antes mesmo de sentar na cadeira ela já me perguntou se eu tinha começado o curso de cabelo, e eu disse que sim, mas que ainda estava no início. Contei sobre a professora incompetente, e ela me contou sobre as fofocas que ela sabia de salões daqui de Ribeirão. Depois de contar, ela me disse que estava procurando uma auxiliar para ficar com ela durante a semana, e que eu era a primeira na lista dela! Eu nem acreditei a hora que ouvi, e fiquei muito, mas muito feliz mesmo! Lembro que a alguns posts atrás eu disse sobre a minha vontade de trabalhar no prisma, ou em algum lugar tão legal quanto ele, e talvez isso se realize no meio do ano!
E é exatamente a área que eu quero seguir, de cabelo colorido e alternativo. Começar na carreira já com o que eu quero seria excelente, melhor que qualquer realidade que eu pudesse pensar.
Agora eu preciso treinar bastante escova para ficar bem boa, e torcer para que dê tudo certo! Daqui um tempo eu volto com notícias sobre!
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A melhor cliente do curso
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Venho aqui por meio desse post para contar da melhor/mais louca cliente que atendi no curso até agora: a Bárbara.
A professora chegou e pediu pra eu fazer dupla com o Maicon, e disse que a cliente já tava chegando. NA hora que ela apareceu eu já achei ela uma diva: tava de delineado esfumadinho e uma camiseta de caveira. Ela sentou e ficou conversando com a gente, quebrando o clima. Nessa hora eu já percebi que ela era doidinha, mas ainda não tinha acontecido nada demais.
Analisamos o cabelo dela, lavamos e aplicamos o tratamento, e após isso informamos que ela teria que ficar com a máscara no cabelo por 30 minutos. Ai ela perguntou se podia ir lá fora fumar um cigarro, e a gente falou que sim. Nisso o Maicon disse que também queria fumar o dele, e eu fui para acompanhar.
Chegamos lá fora e eu me deparo com a cena: a Bárbara com um cigarrin numa mão e uma cervejinha Heineken na outra. Na hora ela achou que as moças da recepção tinham pedido pra gente ir olhar se ela tava bebendo, porque falaram pra ela que não podia, mas a gente jurou que estava lá só para fazer companhia.
Nisso ela começou a falar que já bateu 4 carros diferentes, e uma das vezes ela estava dirigindo chapada (ai eu já pensei, meudeus ela é piradinha). Ai nesse carro que ela bateu chapada (e quase caiu no rio da Francisco Junqueira) ela disse que estava com um amigo. Ai ela deu uma pausa... e completou com "meu amigo é gay, gosto muito dele... já fiquei com ele umas 4 vezes... ele é gay mas o pau dele sobe pra mim, não entendo o porque". Nessa hora eu e o Maicon nos olhamos e começamos a rir muito. Depois ela disse também que estava bêbada, e que já tinha tomado um fardo inteiro de cerveja no dia, e realmente a voz dela tava bem arrastada.
Nisso o cigarro dela acabou, ai ela voltou lá pra dentro e trouxe mais cigarro, e perguntou se a gente gostava de melancia e menta, nós dissemos que sim (o Maicon ficou chocado que eu fumo socialmente) e aí fumamos um cigarrin com ela!
Nisso o tratamento que era pra ficar de 20 a 30 minutos no cabelo dela ficou 40 minutos. Levamos bronca da recepcionista e voltamos para dentro e começamos a escovar o cabelo dela. Nisso ela começou a falar de taser, e ela disse que tinha um na bolsa. Nesse momento ela pega o taser e aperta, e faz o maior barulhão. De novo eu e o Maicon nos olhamos e pensamos tipo, o que a gente faz? KKKKKK
Depois ela foi lá fora esperar o Uber dela e eu fui lá de novo, e aí ela me deu mais um cigarro, e guardou no meu bolso KKKKKK, cigarro esse que eu fumei nesse ultimo final de semana.
Obrigada Babi pelas histórias e o dia memorável!
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quarta-feira, 8 de abril de 2026
como viver assim?
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Eu não aguento mais ter que tomar remédio. 6 medicações todos os dias, isso tirando as vitaminas, ferro e hormônio que eu devia estar tomando, mas são tantos que eu me perco. Eu sou nova demais pra já estar dopada de remédio desse jeito.
E o pior é que eu nem fico bem. Se eu pelo menos ficasse estável, eu ainda suportaria conviver com os efeitos colaterais dos remédios. É sono que não passa nunca, desanimo constante, e outros sintomas que eu nem quero falar aqui. Eu só queria ficar realmente bem. Beleza que eu não tenho mais diversas crises, como eu tinha antigamente antes da medicação, mas eu ainda tenho que conviver com essa voz na minha cabeça todos os dias, em literalmente TUDO o que eu faço. Qualquer micro movimento que meu corpo ou minha mente faz eu percebo que não to sozinha, sempre tem essa voz me condenando, implorando pra que eu siga ela, e ela sempre vence.
E eu tenho tanta vergonha de ser assim, que nem consigo comentar sobre ela nem aqui, nem com ninguém que é próximo de mim. As únicas pessoas que sabem sobre isso são meus pais, minhas psicólogas, a Carol e um pouco a Brune. Não consigo contar sobre isso pra mais ninguém, porque eu sinto que ninguém vai me entender o suficiente, ou vão me achar uma maluca (talvez porque eu já ache isso mesmo).
Escrevendo esse post, começou a tocar Redimir da Pitty, e de verdade, o que eu fiz pra merecer viver assim, o que mais falta pra me redimir?? Eu não sei se consigo suportar viver desse jeito pelo resto da minha vida, onde eu continuo viva por somente um triz, onde essa merca nunca acaba.
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As 3 musicas que citei estarão linkadas aqui embaixo, caso alguém queira ouvir o que eu pensei e escutei enquanto escrevia esse texto.